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Livro a lei do sucesso pdf

Monday, March 25, 2019 admin Comments(0)

Lista Completa de Livros Da Pnl by ivan_bottion in Types > Books - Non-fiction > Biography e Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia online no Scribd . O Sucesso não Ocorre por Acaso • O Toque Mágico da Vida. . Sirlei Bernardes. 21 dez. Um dos princípios deste último é a lei da atração. Seu primeiro livro foi o sucesso The Secret – O Segredo que continua sendo um sucesso. de uma Lei do Ambiente que aborde os aspectos ambien, .. sucesso nacionais de implementacao de . pamento e capacidade de aquisicao de livros.


Author: MARNI SAFFER
Language: English, Spanish, Dutch
Country: Iraq
Genre: Health & Fitness
Pages: 564
Published (Last): 05.10.2015
ISBN: 373-8-72524-922-7
ePub File Size: 29.66 MB
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Distribution: Free* [*Regsitration Required]
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A LEI DO SUCESSO e um curso pratico que reune as 16 poderosas licoes que presentes neste livro foram condensados por um dos maiores estudiosos de. As 25 Leis Bíblicas do Sucesso - PDF. p. 1 / Embed or link this publication. Description. As 25 Leis Bíblicas do Sucesso - PDF. Bert HellingerDa série: ORDENS DO SUCESSO Leis Sistêmicas na Assessoria Empresarial Tradução Daniel Mes.

O dinheiro se alegra quando gasto. Kiyosaki e Sharon L. Manual de Auto-Hipnose. As outras duas empresas se aproximam uma da outra. Neil Hamilton Negrelli Jr. Editora Atman.

Relaes interpessoais. Rosa, Daniel Mesquita de Campos Trad. Sumrio Introduo O sucesso e a me A pureza de corao Agora sou rico Para onde foram todasas crianas? Para onde eles foram? E ns, para onde? Criana autista As vtimas Salve-se quem puder A hierarquia A precedncia dos funcionrios A soluo O dinheiro O bom dinheiro Para onde com o dinheiro?

A runa A herana A herana: As relaes de posse A herana da mulher Quem herda?

O duplo deslocamento Vida custa da morte O passo decisivo Apndice Como me tornar e continuar sendo um bom empresrio? Ordens do sucesso INTRODUO Este terceiro volume da srie Ordens do Sucesso, publicado por mim, dedica-se a temas individuais que, em diversos empreendimentos, so decisivos com relao ao sucesso e ao fracasso. Isso se deve ao fato de seus alcances no serem reconhecidos ou de serem ignorados conscientemente.

Tais temas esto, de forma geral, relacionados prpria famlia. Refiro-me famlia de origem ou famlia atual no sentido mais amplo, pois esta engloba outras relaes anteriores ou contemporneas.

As ordens do sucesso manifestam-se, em muitos aspectos, como ordens do amor, de um amor abrangente que reserva a todos aqueles que pertencem ou que j pertenceram o seu respectivo lugar e reconhece os seus respectivos direitos.

Este livro ultrapassa tambm os limites do campo restrito da assessoria empresarial primordialmente objetiva. Esta assessoria engloba toda a vida e reconhece que as empresas e a nossa profisso permanecem incorporadas amplamente em nossas realizaes de vida, servindo e obedecendo a elas. Este livro volta-se tambm, alm da assessoria profissional e empresarial, para a assessoria de vida no sentido mais amplo.

Os exemplos concretos encontrados neste livro foram retirados dos cursos oferecidos por mim em diversos pases nos ltimos tempos com o tema Leis do Sucesso na Empresa e na Profisso. Sua diversidade permite acompanhar o mesmo tema em diversos contextos e, assim, transferi-lo de maneira mais exata para a sua prpria situao pessoal: Assim como o seu antecessor nesta srie, este tambm um livro de sabedoria.

Ele leva ao profundo, no qual nos sentimos em. Diversas compreenses que chocam, a princpio, mostram- se consoladoras aps algum tempo. Voc serve a um outro amor, a um amor abrangente. Voc reconcilia e conecta o que estava separado h muito tempo, conduzindo a um sucesso e a uma felicidade diferentes, mais abrangentes e mais ricos. Bert Hellinger.

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Atravs das Constelaes Familiares em sua nova forma aprimorada. O seu significado e a forma como procedo so descritos e explicados de forma exata nos exemplos individuais.

Desse modo, voc pode acompanhar internamente e compreender os passos decisivos dentro de si e para si. Para facilitar o acesso, explicarei brevemente o procedimento. Por exemplo, so escolhidos aleatoriamente do grupo dois representantes, um dos quais, geralmente uma mulher, representa a empresa ou a profisso e o outro representa o empresrio ou a pessoa que exerce a profisso.

Ambos os representantes possuem pouca ou nenhuma informao sobre a empresa ou a profisso, bem como sobre a pessoa que constela. Aps alguns instantes, os representantes so capturados por um movimento que no provm de sua imaginao nem de uma inteno pessoal. Como que guiados por uma mo invisvel, movem-se de maneira a representar um drama diante dos participantes e da pessoa em questo.

Algo oculto vem tona. Em pouqussimo tempo, a constelao explicita aquilo do que se trata realmente. Ao mesmo tempo, indica uma soluo que ainda est por vir para garantir o sucesso no futuro e evitar o fracasso. Por exemplo, a representante da profisso ou da empresa olha para o cho.

Ela at mesmo se ajoelha, como se quisesse ir em direo a um morto. O representante da pessoa em questo tambm atrado para o cho, em direo a algum que parece estar deitado ali. Ele tambm atrado em direo a um morto. No necessrio dizer de quem se trata. Aqui no so revelados segredos. Entretanto, fica claro que est faltando algum que no tem lugar na famlia da pessoa que est.

No pretendo me estender aqui. Os exemplos contidos nesse livro aprofundam e explicam isso de forma diversa. O objetivo aqui foi apenas mostrar que, ao ler este livro, voc se entrega a uma aventura, a uma aventura de toda a vida, e a mais vida ao invs de menos.

De acordo com essa imagem, o tempo transcorre a partir do nosso passado, passando pelo nosso presente e em direo ao nosso futuro. Assim, est em movimento do anterior ao agora e do agora ao posterior. Ou seja: Esta uma imagem linear do tempo. De acordo com essa imagem, olhamos tanto para trs quanto para a frente. Olhamos, no presente, tanto para trs quanto para a frente.

Nossa vida e nossos empreendimentos j existem h algum tempo. Podemos nos mover dentro deles, pois j existem. Assim, nos movemos em seu presente e, ao mesmo tempo, em seu passado. O passado continua vivo neles, no presente. Ainda est neles, vivo neles. No curso do tempo, no fica para trs de forma alguma. Ele o fundamento sobre o qual o presente descansa. Tambm podemos dizer, para utilizar uma imagem viva, que o passado a raiz a partir da qual o presente se nutre.

Se o fundamento do passado se torna frgil, a casa que se encontra sobre ele destruda. Desmorona aps algum tempo. Quando a raiz de uma rvore apodrece, ela cai e, com ela, seu futuro. E isso tambm o seu fim. Para onde vai o nosso olhar quando olhamos para a nossa empresa e para o sucesso que esperamos dela?

Ele se volta. Ou, para usar a outra imagem, verificamos at que ponto suas razes retiram das profundezas as foras que mantm viva a nossa empresa e a permite continuar crescendo. Ou tambm, se devemos reconhecer que seu tempo j passou e j podemos ver quando ir desmoronar e quando devemos parar. As Constelaes Familiares revelam como so fortes as fundaes de uma empresa e como permanecem e revelam tambm a fora que as razes possuem para que continuem vivas. Assim, o olhar se volta, primeiramente, para trs, para algo que entrou em desordem no passado.

Quando isso vem tona, revelase se existe a possibilidade de coloc-lo novamente em ordem e se o empresrio tambm est pronto e capaz. Se o empresrio ainda dispe de tempo, ou se este j passou. Revela-se, tambm, se existem outras possibilidades, por exemplo, a de uma nova empresa, talvez at mesmo com novos funcionrios e um novo produto.

Aqui, o olhar se volta para o futuro. O passado pode ficar para trs e nos tornamos livres dos fardos antigos. A pergunta se o empresrio tambm capaz de desprenderse desse passado internamente e deix-lo para trs, de forma a ser capaz de esquec-lo em sentido amplo e, livre de seu peso, voltarse, com ateno desperta, para o seguinte que est diante de si.

O que acontece ento com o futuro? Ele j atua sobre o presente, j o preenche. Ento, onde transcorre o tempo? Podemos deix-lo no presente, bem como deix-lo tornar-se real como o tempo vindouro no presente?

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De um lado, estamos entregues ao tempo. De outro, ns o temos amplamente em nossas mos. Ento, onde acaba o tempo? Primordialmente em ns. Ele nos serve quando o tomamos da forma como nos presenteado: Ele nos limita se permitirmos que nos defina um limite. Ele nos ergue para alm de antigos limites quando olhamos para a frente com ele, confiantemente para a frente, com ele bem sucedido atrs. Ela comea no esprito, em um esprito puro. Nosso esprito se torna puro atravs de sua direo.

O esprito puro e o corao puro esto, em seu movimento, voltados para aquilo que vm. O corao puro deixa para trs tudo que passado, torna-se limpo de tudo que passado. O que ocorre com o passado? Ele se torna igualmente puro, puramente passado, totalmente passado. Para o corao puro, o passado no mais responsvel por nada, nem por ele nem por outros.

O corao puro deixa o passado ser puro e este se torna puro atravs do corao puro. Nossa me, por exemplo, fica pura de nossas lembranas que haviam turvado sua imagem pura.

O corao puro consegue essa pureza atravs de um esprito puro. O esprito puro v a me puramente a servio da vida, puramente a servio de nossa vida, que nos chegou pura atravs dela, completamente pura. Por essa razo, nosso corao puro se volta a ela com um amor puro, livre de todas as lembranas do passado.

Esse amor voltado para o momento, para aquilo que acontece com esse amor no momento, quilo que agora flui do corao puro com amor e puro de todo o passado, cria de novo em um movimento puro em direo me. Onde, ento, comea a nossa pureza? Ela comea no corao, em um corao puro, que tambm aqui, em nossa relao com a me, em sintonia com o esprito criador que criou e cria tudo da maneira que , diz: Veja, eu refao tudo. Trabalho com agricultura. Herdei isso de meu pai.

Faz 20 anos que a empresa agrcola no vai bem. Minha segunda atividade uma empresa na rea comercial. Importo produtos de diagnstico utilizados em medicina. A ltima uma indstria na rea de biotecnologia.

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Fabricamos produtos na rea de diagnsticos. Qual o problema? Os setores no crescem mais. E um problema familiar. Tenho dois filhos: O mais velho j trabalhou comigo.

No deu certo e ele saiu da empresa h dez anos. Depois, a filha entrou na empresa. Ela trouxe consigo seu marido, meu genro. Sinto-me mal com relao a isso. Meu filho se sente excludo da famlia e os irmos no se entendem.

Hellinger o coloca de p e, sua frente, uma representante para sua me. O homem suspira profundo, fecha brevemente os olhos e permanece sem movimento. A me coloca ambas as mos sobre o peito. O homem seca algumas lgrimas do rosto. Depois, caminha com passos curtos em sua direo. A me sorri para ele. Devagar, ele a alcana, aps mais alguns passos curtos, durante os quais seca vrias vezes as lgrimas do rosto. Ele estende uma mo para ela e toma tambm sua outra mo. A me acaricia seu rosto e coloca a prpria mo sobre o peito.

A me o puxa para si. Ele deita sua cabea sobre seu ombro. Ela acaricia sua cabea. O homem chora. Aps algum tempo, ambos do alguns passos para trs. Hellinger escolhe trs mulheres para representar as empresas. Ele as posiciona lado a lado em frente ao homem. Sua me fica atrs delas. O homem est com as mos cruzadas atrs das costas. A primeira empresa mantm os braos cruzados sobre o peito, a segunda abre bem os braos, mas o homem vai at a terceira empresa.

Eles envolvem um ao outro com um dos braos. Qual das empresas a mais forte? Ele indica a primeira empresa com a mo. Qual das trs empresas mais forte? Quando o homem vai perguntar Voc est vendo, basta olhar. Ele vai at a primeira empresa e a acaricia com a mo sobre as costas.

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Algo me incomoda. O grupo ri. Todos ns vemos. S ele no consegue ver. O homem vai para l e para c inquieto. A primeira empresa vai para o cho. Dirigindo-se me Como est voc?

ME Estou triste. A segunda empresa se apoia com as costas sobre a me. Para o homem Sente-se novamente aqui. Como voc est agora? Pelo que eu pude ver, tenho a imagem de que voc fez algo a ela. Para o grupo Est claro. Ele no consegue ver a grandeza. Ele no conseguiu ver a grandeza dessa empresa, sendo que estava to bvio. Isso acontece quando algum no consegue ver a grandeza de sua me! HOMEM Acho que fui obrigado pelo meu pai a olhar muito para minha me e tomar conta dela pelo resto de minha vida depois que ele morreu.

Ele ri. Um erro? Voc violou uma lei da vida. Ele concorda. Mas a violao de uma lei da vida. Quem viola essa lei falha. Feche os olhos. Diga a ela: Ele inclina a cabea, respira fundo, d um suspiro profundo e abre os olhos. Eu sirvo. Ele vai at ela, mas ela recua. Voc no deve ir to energicamente assim, como se fosse o grande, recue novamente. Diga a ela Eu sou o pequeno aqui. Ele vai bem devagar at ela e estende uma mo para ela. Ela est com ambas as mos estendidas, mas vacila quando ele chega muito perto.

Voc a grande aqui. A empresa concorda com a cabea e mexe todo o corpo. O homem vai at a empresa e os dois se abraam intimamente. A empresa quer cair no cho, mas ele a segura firme. Ela parece sem foras em seus braos. Hellinger pede representante da me que se posicione atrs da empresa. Devagar, a empresa se levanta novamente.

Eu sirvo em sua memria. A me se aproxima da empresa. A empresa se levanta e o abraa. Ele continua segurando a mo da me e chora. A me acaricia-o na cabea e no brao. Em seguida, recua lentamente. O homem vai em sua direo com a empresa. Os trs se abraam. Dirigindo-se ao homem, quando ele se senta novamente ao seu lado Como voc est agora? Ao trabalho! Ele ri alto e bate na coxa de Hellinger.

Terceiro exemplo: O duplo deslocamento Exemplo: O duplo deslocamento entre mulheres e homens na China Para onde foram todas as crianas? Para onde foram elas, as que nasceram mortas, as que morreram precocemente, as que se foram, as abortadas, as renegadas, as dadas a outrem?

Todas se foram mas, no entanto, esto presentes. Onde esto presentes? Esto, por exemplo, presentes em nossas empresas: Em nossas empresas, s vezes se levantam novamente e se mostram, at que olhemos para elas e as acolhamos em nosso corao.

Talvez apenas rapidamente, mas com amor. Elas se afastaram de ns e, ao mesmo tempo, chegaram a outro lugar. Principalmente aquelas que j esto mortas. Muitas vezes, h muito tempo. Por que se fazem notar perante ns? Precisam de algo? Podemos e devemos fazer algo por elas?

Precisamos de algo delas? Fazem-se notar perante ns porque querem nos dar algo e nos servir? Ser que so tomadas pelas mos por outras foras e, quando se fazem notar perante ns, apontam para essas foras e nos levam de volta para elas? Ser que somos ns, principalmente, que precisamos delas para nossa completude? Assim como elas nos faltam, tambm nos falta depois o sucesso e, tambm aqui, a completude.

A pergunta: Como que nosso sucesso retoma a ns com elas? Ou, invertendo a pergunta:. Como chegamos onde elas j esto? Chegamos l em sintonia com o poder criador que conduz todos os destinos.

Ele conduz o destino dessas crianas, conduz o destino de seus pais, conduz o destino de nosso sucesso e de nossos fracassos. Ele conduz cada destino individualmente e juntamente com todos os outros. Ele s vezes o conduz para desvios dolorosos, que nos fazem refletir. Como entramos em sintonia com esse poder, com esse poder espiritual, com esse poder criador que, a cada momento, recria tudo e preserva tudo em seu ser?

Olhando para a frente a servio da vida. O que deixamos para trs nesse movimento para a frente? O que levamos junto conosco do passado para esse movimento? Deixamos para trs nossos sentimentos de culpa, nossos sentimentos de culpa que damos a ns mesmos e a outros. A cada sentimento de culpa, principalmente a cada tentativa de expiao por uma culpa da qual tentamos nos livrar pagando por ela, tentamos tomar nosso destino nas prprias mos e revert-lo de uma forma que tira a vida ao invs de dar a vida.

A culpa e a expiao posicionam-se contra a vida, em vez de servi-la: Como isso possvel? Levamos junto conosco, nesse movimento rumo ao futuro, todos aqueles que pertenceram e que ainda pertencem. Talvez seja o contrrio: Ns os seguimos enquanto nos levam para esse futuro, enquanto nos levam bemsucedidos e purificados para ele.

Deixamo-nos, para a beno de muitos, ser levados por eles vida plena, novamente unidos e em unidade com eles nesse movimento. Estou um pouco frustrado com isso. Antes tinha duas empresas, mas me separei de uma. Trabalho com a famlia da minha esposa. Ele a fundou e a dirige h dez anos.

Hellinger escolhe um representante para a empresa. Em frente a ele, a uma distncia de quatro metros, ele coloca um representante para o irmo da esposa.

As 25 Leis Bíblicas do Sucesso - PDF

A empresa recua para longe. Hellinger pede ao homem e sua. Em seguida, escolhe uma representante para o dinheiro utilizado para fundar essa empresa e a posiciona junto aos outros.

O dinheiro est bastante inquieto. Hellinger posiciona um homem sua frente. O prprio homem toma a representante de sua esposa nos braos e acaricia sua cabea. O dinheiro cruza os braos em frente ao peito e olha para o cho. O irmo da esposa do homem se coloca ao lado do homem recm chegado e vai junto com ele lentamente em direo empresa. Hellinger coloca a empresa diante do dinheiro. O dinheiro se virou para trs.

Mantm os braos cruzados sobre o peito, como se sentisse uma forte dor. Ento se ajoelha e olha para o cho. Hellinger pede a um homem para se deitar em frente ao dinheiro com as costas no cho. O dinheiro toma as mos dele. A empresa recua, ela no quer pertencer a ningum. O dinheiro sente-se atrado em direo a uma pessoa morta.

Ele veio de uma pessoa morta. Por isso, a empresa no pode usar esse dinheiro para si. Para a empresa Como voc est agora? Quando fiquei em frente ao dinheiro, fiquei com raiva dele. Minhas mos esto frias. Para os representantes Podem se sentar. Pudemos ver que essa empresa no pde dar certo, seja qual tenha sido o motivo para isso.

No precisamos saber o motivo. Foi uma boa deciso virar as costas para essa empresa. Sua esposa ainda est ligada a ela? Podemos deixar essa pergunta de lado. A outra pergunta era relativa a uma outra empresa. Voc quis abrir outra empresa? Essa base me permitiu abrir uma empresa prpria. A segunda empresa uma mineradora e, a terceira, uma empresa fundada pela minha esposa. E, mesmo se pudermos, no seria a sua empresa, mas a de sua esposa. Sou o presidente dessa organizao. A organizao ajuda crianas autistas.

Hellinger escolhe uma representante para a empresa de material de construo e uma para a mineradora. Elas esto lado a lado, a uma distncia de quatro metros. Em frente a elas, tambm a uma distncia de quatro metros, posiciona o homem e, ao seu lado, uma representante para sua esposa.

A mineradora se vira para trs. Hellinger escolhe outro homem e o posiciona perante o homem a uma distncia de quatro metros. Ele representa uma criana autista. A criana autista se ajoelha e anda assim at o homem. Este vai at ela, ajoelha-se e a abraa ternamente. Ao faz-lo, seca as lgrimas do rosto. Ele deixa que o homem se sente novamente a seu lado.

Pudemos ver que sua preocupao principal foi cuidar da organizao para crianas autistas de sua esposa.

Quem autista em sua famlia? Para o grupo Vou continuar. Hellinger posiciona novamente o homem e, sua frente, a uma distncia de quatro metros, o representante do filho autista. Eu por voc. Hellinger escolhe outro representante e o coloca no lugar do filho autista, que volta a se sentar. Eles caminham em direo um ao outro.

Colocam-se lado a lado e olham para o cho. Aps alguns instantes, o representante deita sua cabea sobre o ombro do homem. O homem o segura, sem abra-lo. Hellinger busca a representante da mineradora de volta para o palco e coloca os dois frente a frente. O homem vai em direo a ela. Ele a abraa com uma das mos. Com a outra, ele segura o outro representante e o leva consigo. Aps alguns instantes, ele solta sua mo e abraa a mineradora com ambas as mos. Para o grupo Ainda devo a vocs uma explicao sobre o que h por trs do que acabou de se passar.

Porque mandei o representante do filho autista dizer a seu pai: Percebi que o pai tinha medo de se tomar autista, e que o filho havia assumido isso para ele. Todavia, fez isso de forma inconsciente, por amor a ele. Observamos frequentemente essa dinmica nas Constelaes Familiares. Ao mesmo tempo, percebi que o pai tambm assumiu o medo de se tornar autista de algum de uma gerao anterior.

Assim, posicionei outro representante de uma pessoa autista, que tambm disse ao pai: Esse outro representante sentiu-se aliviado com isso e, por isso, disse a ele: Por toda parte atua um amor secreto, que est pronto para assumir um destino pesado para o outro. Para o homem Voltemos a voc agora. Como se sente agora? Minha pergunta: Como voc se sente agora com relao a essa nova empresa?

Afinal, este um curso sobre empresas. A fora para essa nova empresa vem do seu filho autista. Podemos ver que essa empresa serve a algo maior, independente do que custe a voc e do que lhe traga de lucro.

Trata-se de outro amor. Por isso, pode confiar: Est bem assim? O homem concorda com a cabea e agradece. O grupo aplaude. Porm, no possvel distingui-los de forma precisa. Eu os conduzirei a uma meditao. Olhamos para a nossa empresa, o nosso trabalho e a nossa profisso e sentimos em ns o movimento interno ao qual a nossa empresa, o nosso trabalho e a nossa profisso respondem. Eles se distanciam de ns ou vm em nossa direo com amor? Podemos ir em direo a eles com amor, uma alegria confiante e preenchidos?

Sabemos e sentimos, com eles, estarmos a servio da vida, em um movimento que faz os outros felizes? Ou ser que nos sentimos atrados em direo a um morto ou a algum que foi excludo por ns e por nossa famlia? Talvez porque ns e nossa famlia nos sintamos culpados perante eles? Agora, olhamos para essas pessoas com amor.

Abrimos o nosso corao para elas e damos a elas um lugar em nosso amor e em nossa vida e dizemos a elas: Unidos a elas dessa maneira, olhamos novamente para a nossa empresa, para o nosso trabalho e para a nossa profisso. Assim como dissemos sim queles que havamos excludo de. Dizemos sim com amor e sentimos a diferena em fora e energia nova. A hierarquia: Segundo exemplo: Scios A ordem dos irmos O dinheiro: O duplo deslocamento: Sexualidade e morte Ao contrrio, tambm se pode dizer que outras pessoas obtiveram uma vantagem para suas vidas ou seus empreendimentos atravs de nossas perdas ou danos e, nesse caso, fomos ns que nos tornamos suas vtimas.

De um lado, existem ganhadores e perdedores ou, se houve conflitos diretos, vencedores e vencidos. De outro, h indivduos que, atravs de seu destino pessoal, deram ou ainda do lugar a outros e outros indivduos que, sem estarem emaranhados em seus destinos, ganharam algo para suas vidas ou suas empresas atravs das perdas dos primeiros.

Ou ser que pagamos por ele, de um jeito ou de outro, um preo, muitas vezes, alto? A outra pergunta: Formamos uma comunidade de destino com aqueles atravs de cujos sacrifcios nos beneficiamos. Tambm formamos uma comunidade de destino com aqueles que, atravs de nossas perdas ou danos, ou atravs de nossa sada antes do tempo, obtiveram alguma vantagem que lhes trouxe novos sucessos. Vamos primeira pergunta. Nem todo ganho nos pertence, assim como nem toda empresa.

As vezes se mostra em uma constelao que uma empresa deseja ir para outra pessoa. Tambm uma casa que compramos com a conscincia limpa s vezes se sente atrada por outra pessoa. No conseguimos permanecer nela sem sermos prejudicados. Cada uma das coisas que devem ser feitas para que todos se sintam bem - ns, a casa, o antigo proprietrio - so determinadas a partir da situao concreta. Isso tambm nos pode ser revelado atravs de uma constelao. Talvez, tenhamos que ceder essa casa a seu herdeiro por direito.

Talvez, tenhamos que deix-la para que no nos emaranhemos em algo que l ocorreu e que pode capaz de adoecer seus moradores posteriores ou causar a eles e a seus filhos outro dano qualquer. O mesmo vale para as empresas.

Se uma empresa tocada conforme a vontade daqueles que deram lugar ou que tiveram que dar lugar, a servio de uma questo em comum, as antigas vtimas so levadas junto em algo que as permite concordar voluntariamente com seu destino. Dessa forma, se tornam ligadas internamente ao novo proprietrio de uma maneira benvola e abenoam seu sucesso. Uma empresa assim conduzida humildemente, como que de forma transitria, sem arrogncia pessoal.

Ela conduzida de forma serviente, tambm a servio de seus funcionrios e de suas famlias. As vezes, essa empresa entregue no final a seu prprio destino. Ela levada a outros lugares por outras foras, para a paz de todos.

De forma inversa, o que ocorre quando outros obtm uma vantagem atravs de nosso destino? Ou mais, quando so corresponsveis pelos nossos danos e triunfam sobre ns de maneira oculta ou aberta? Ser que queremos, por exemplo, obter nossas propriedades de volta e obrig-los, por meio de longos processos, a pagar-nos indenizaes?

Ser que o que foi perdido quer voltar para ns? Se o obtivermos de volta, ser que ir querer permanecer conosco? Ser que o dano realmente reparado dessa forma?

Ou ser que se transforma em um dano e um fardo para ambos, como os pagamentos de reparao? H algo em comum entre todas as tentativas desse tipo: Aquilo que acontece com os que obtiveram vantagens nossa custa deixamos com eles. Isso se torna o destino deles. Ao olhar para a frente, ficamos livres de nossas perdas passadas, de maneira que conseguimos algo novo que, muitas vezes, vai alm do que foi perdido. Assim ns nos tornamos, ao mesmo tempo, livres do destino daqueles que ganharam.

Deixamos para eles suas vantagens, sem acusaes ou arrependimentos. Eles dominam seu destino de sua maneira e ns ficamos e permanecemos em nossa fora total. Com sucesso. O que est por trs dessa postura? O que atua e se toma nela a beno para muitos? Vemos em tudo uma outra fora em ao, para alm do ganho e da perda, para alm da culpa e da inocncia, para alm dos agressores e das vtimas. Ns nos submetemos a essa fora, seja qual for o resultado disso para ns e para os outros.

Ningum pode sobreviver custa dos outros, seja pequeno ou grande. Pagamos voluntariamente a nossa parte e concordamos com a parte que cabe aos outros. Ns e eles interagimos, servindo ao mesmo propsito: Tambm possuo outra empresa, atravs da qual financio a revista. Essa revista , para mim, um projeto social. Com os lucros, financio essa revista. Venha at aqui e sente-se ao meu lado. O que produzido por essa empresa? Como anda a empresa? HOMEM A empresa gera muitos ganhos atravs do trabalho, mas, por outro lado, tenho medo quando exero a minha atividade.

Tenho medo da polcia. Tenho medo de criminosos. Uma coisa voc j disse. Ela tambm serve a essa revista. Posso imaginar! Tratase de um grande servio, pois a vida de muitas pessoas depende dela. Por isso, faremos o melhor que pudermos para ajudar a empresa e todos aqueles a quem ela serve. OK, vamos comear. Irei mostrar isso simplesmente atravs da constelao familiar. Isso quer dizer que irei constelar isso com ajuda de representantes.

A veremos, atravs de seus movimentos, que tipo de problemas essa empresa possui. Hellinger escolhe um representante para o homem, uma representante para sua empresa e posiciona um diante do outro, a uma certa distncia. O homem recua cada vez mais em relao empresa. A empresa estende a mo direita em sua direo, como se quisesse apontar para ele.

O homem recua ainda mais e ameaa cair para trs. Hellinger escolhe trs homens. Eles permanecem lado a lado, entre a empresa e o homem, mas lateralmente afastados aproximadamente trs metros da linha do meio. Parece que h outras pessoas que tambm lucram.

Um dos homens vai devagar em direo empresa. Ela se desvia dele para a esquerda e cai no cho. O representante do homem desvia dos homens na mesma direo e tambm cai no cho. O homem que havia ido at a empresa se coloca ao lado dela e olha para ela de cima para baixo. Ele empurra a empresa com o p e depois bate com o p no cho. Ento, posiciona-se sobre a empresa, de maneira que esta fique entre seus ps. A empresa d um gemido de medo.

O representante do homem est deitado. Ele o dono, o dono oculto. Aps um instante A empresa no pode sobreviver. Acima de tudo, voc no pode sobreviver. Trata-se de risco de vida. Seus medos so justificveis. Hellinger aponta para o representante do homem, que tampa a boca com ambas as mos. Vemos isso no movimento dele. Voc no determina nada.

Est nas mos de outros poderes. Renuncie aos seus negcios, sua vida est em jogo. O homem concorda com a cabea. Hellinger vai at o representante do homem, que est deitado no cho, e pergunta como ele est. Estou com muito medo. Quero me envolver, mas o medo muito grande.

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Tenho que seguir. Tenho simplesmente que seguir. Hellinger levanta o homem e o coloca diante da empresa e dos outros homens. A empresa vulnervel a chantagem, bastante vulnervel. Talvez o certo seja ir para outro pas. Hellinger o toma pela mo e o conduz bem para fora, para longe dos outros.

Isso tudo. Para os representantes Obrigado a todos. Aps uma instruo de Sophie, Hellinger coloca o representante do homem diante de sua empresa, afastado dos outros. Ele acena para Hellinger e diz: Sinto-me bem melhor aqui. Mas algo ainda vem de trs e do lado esquerdo. Sophie Hellinger escolhe outra mulher e a coloca no lugar da antiga empresa, em frente ao homem.

A empresa antiga no pode ir junto. Voc deve recomear. SOPHIE aps fazer perguntas a alguns dos outros representantes, para o homem Isso significa que voc deve ir para outro pas. Durante algum tempo, no deve fazer nada.

Ento pode prosseguir com a mesma ideia, mas com pessoas completamente novas. A soluo seria a ruptura completa com a empresa antiga e um novo comeo com uma empresa que realmente sirva s pessoas, como, por exemplo, sua revista. Ela uma empresa que serve. Ento me torno o foco e fico com a ideia de que tenho muito pouco. A ideia de que tenho muito pouco me impulsiona cada vez mais. Os outros percebem que no desejo servir a ningum, que todos devem servir a mim.

Hoje em dia, essa concepo a mais perigosa para uma empresa: Para a mulher, para os filhos, para todos. Todos esto envolvidos. Em vinte minutos veio tona todo o essencial. Existe algum mtodo mais eficiente para, em pouco tempo, constatar o que importante? Para constat-lo salvando uma vida e abrir uma nova perspectiva?

No podemos escolh-lo ou conquist-lo. No podemos ced-lo nem perd-lo. Ele obedece a uma ordem superior, que designa a cada um o seu lugar, que o designa criativamente. No nvel das empresas, so feitas violaes contra a hierarquia de diversas maneiras, com consequncias profundas para seu sucesso. Assim, em muitas famlias, considerado como primognito o primeiro filho homem, mesmo quando tem uma ou vrias irms mais velhas.

Mais tarde, quando assume uma empresa de seus pais, como herdeiro preferido, a constelao s vezes mostra que a empresa prefere sua irm mais velha a ele. Para que a empresa permanea bem-sucedida, ele deve ceder a precedncia sua irm e tomar o segundo ou terceiro lugar que a ele pertence de acordo com a ordem.

Feito isso, os funcionrios da empresa respiram aliviados. Sentem que assim, esto, como seu local de trabalho, vinculados a uma boa ordem, o que aumenta seu comprometimento. Isso desempenha um papel importante quando uma empresa familiar transmitida prxima gerao. Ele pode envolver algum de sua famlia na empresa, talvez at mesmo em um cargo de liderana ou dotado de poderes equivalentes.

A hierarquia em uma empresa diferente da ordem na famlia. O fundador de uma empresa assume nela o primeiro lugar, da mesma maneira como os pais na famlia em relao aos filhos. Ele o criador da empresa. A empresa toma-se como um filho para ele. Por isso, ningum pode disputar ou dividir esse lugar com ele. Em sua famlia, ele possui outro lugar. Nela, um dos filhos e assume o lugar que lhe cabe na ordem dos irmos.

Tire um momento para pensar sobre isso: O que seria o mundo sem amor? Chame seus desejos para o ser imaginando e sentindo seu desejo realizado. No matter where you are in your life today, no matter what age you are, it is never too late to follow your dream.

And when you do, you will make the greatest discovery any human being can make — the discovery of who you really are, and why you are here. Once, there was a hero. Onde Comprar? No aguardo. Conseguindo eu te aviso. Raquell, Realmente livros excelentes e que tem o poder de transformar vidas. Hey I know this is off topic but I was wondering if you knew of any widgets I could add to my blog that automatically tweet my newest twitter updates.

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