homeranking.info Biography A COR DA TEMPESTADE PDF

A cor da tempestade pdf

Monday, July 8, 2019 admin Comments(0)

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Author: DORETHEA KASMIR
Language: English, Spanish, Indonesian
Country: United States
Genre: Biography
Pages: 377
Published (Last): 04.04.2016
ISBN: 674-4-49573-109-2
ePub File Size: 23.60 MB
PDF File Size: 11.20 MB
Distribution: Free* [*Regsitration Required]
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Primeiro procurava dissipar as imagens aterradoras, para depois abrir a porta. Amavam-na por sua afetividade e temiam-na pelas suas censuras. O ser humano vibrante tornou-se depressivo. A mulher que levara seu homem a ser um desbravador recolheu-se dentro de si mesma.

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Eu li um dos livros da Sra. Rollmop numa isolada fazenda do interior? Foi onde vi meu primeiro vaso de lavanda. O filme era bem ruim. Era um romance no mundo do futebol americano e era em Technicolor.

Eu odeio Technicolor. Nesse momento eu comecei a me sentir estranha. Betsy parecia assustada. O corado de suas bochechas havia sumido e seu rosto apagado flutuava em minha frente, verde e suado.

Para nossa sorte, era uma hora tranquila do dia. Mas no minuto em que fechei a porta, tirei a roupa e me pus na cama, me senti pior que nunca. Ela poderia simplesmente virar o corredor e encontrar outro banheiro, da forma que fiz e me deixar em paz.

Mas a pessoa continuou a bater e a implorar para que eu a deixasse entrar e eu pensei reconhecer vagamente aquela voz. Soava um pouco como a voz de Emily Ann Offenbach.

Minhas palavras eram vomitadas espessas como melado. Eu ouvia com interesse. Eu deduzi que ela devia ser a dona dos sapatos pretos. Uma porta foi aberta ao longe, e ouviu-se vozes e gemidos, e a porta voltou a se fechar.

Eu nunca vi algo assim. O travesseiro estalou como um amontoado de palha. Parecia que minha boca era feita de areia. Eu me senti expurgada, sagrada e pronta para uma nova vida.

Foi a carne de siri. Eu vi as delicadas patas de caranguejo rosa-mosqueadas sobressaindo de forma sedutora da camada de maionese e a suave banda amarela do abacate cercada pela sua pele verde-crocodilo, sustentando todo o desastre. Era bom ter Doreen de volta. Eu pude ouvir o farfalhar por um minuto e depois o som do papel rasgando.

Aos poucos eu despertei do fundo do meu sono negro. Eu nunca acreditei que a Sra. Willard fosse capaz de me apresentar a um homem chamado Constantin. Eu colecionava homens com nomes interessantes. Willard fazia esses tipos de acordos em abrir sua casa para estrangeiros e quando ia para o exterior eles faziam o mesmo com ela. Agora eu via claramente que Sra. Eu tentei levantar meu moral. Willard seria baixo e feio e eu terminaria o menosprezando, assim como eu acabei fazendo com Buddy Willard.

Quando eu cheguei ao Amazon pela primeira vez, um homem nanico e careca metido num uniforme do hotel carregou minha mala para o elevador e abriu o quarto para mim. Claro que eu corri imediatamente para a janela, para ver como era a paisagem dali. Eu poderia carregar aquela mala para meu quarto muito bem sozinha, o homem que parecia ansioso em fazer aquilo, por isso deixei que o fizesse. Eu odeio dar dinheiro para as pessoas fazerem aquilo que eu poderia fazer facilmente sozinha, me deixa nervosa.

Eu peguei o livro que o pessoal do Dia das Senhoritas havia me mandado. Eu queria me arrastar entre aquelas linhas negras de tinta, como se arrasta por uma cerca, e dormir debaixo daquela linda e grande figueira verde. Era uma melodia muito distinta da qual Buddy Willard havia cantado pelos dois anos que tivemos para nos conhecer. Eu creio que um bom poema dura mais que cem dessas pessoas juntas. Meu problema era ter tudo o que Buddy Willard dizia como a verdade divina.

Eu me lembro da noite em ele me deu o primeiro beijo. Foi estranha a forma como Buddy havia me convidado para aquele baile. Eu vim aqui para o baile do segundo ano com Joan. Joan Gilling era de nossa cidade natal, ia a nossa igreja e era um ano adiantado de mim na faculdade. E ela era grande como um cavalo. Eu comecei a pensar que Buddy tinha um grande mau gosto.

Peculiarmente, as coisas mudaram no alojamento depois disso. Bom, durante todo o baile Buddy me tratou como uma amiga ou uma prima.

Enquanto me beijava, mantive meus olhos abertos e tentei memorizar a imagem das luzes das casas, para que eu nunca esquecesse delas. Finalmente Buddy recuou.

Eles tinham a pele enrijecida, como couro de cor roxa e exalavam o cheiro de velhas jarras de picles. Eu estava muito orgulhosa de como eu encarava aquelas coisas medonhas de forma calma. Eu lembro de um slide ter mostrado uma linda garota sorridente com uma pinta preta na bochecha. Eu pensei que aquilo seria um tipo de droga que somente um homem poderia inventar.

Foi ideia de Buddy. Tudo o que eu ouvi, na verdade, era sobre como Buddy era fino e limpo e como ele era o tipo de pessoa para qual uma garota deveria se manter limpa e fina. Eu bebi o resto do Dubonnet e me sentei de pernas cruzadas no extremo da cama de Buddy e o pedi um pente. Depois disso, algo em mim simplesmente se congelou. Ele estava sempre citando o que ela dizia sobre o relacionamento entre um homem e uma mulher, e eu sabia que a Sra. Assim como pensei, Buddy ficou envergonhado.

E ele nem teve que pagar por um selo. Era realmente Buddy. Eu comecei pela cozinha. Tinham um sabor diferente, e quando a perguntei se ela havia posto algo extra, ela disse queijo e sal de ervas. O problema era que eu odiava a ideia de servir homens em qualquer forma. Minha lista ficava maior. Da ponta de cada ramo, como um figo roxo e grande, um maravilhoso futuro acenava e piscava.

O restaurante que Constantin me levou tinha cheiro de ervas e tempero e sour cream. Todo o tempo em que estive em Nova Iorque eu nunca tinha encontrado um restaurante assim. A prostituta que passara a noite com Eric nem ao menos tirou seu vestido. Constantin parecia ser maduro e atencioso, de todas as formas.

Willard me apresentou, como se ela fosse, indiretamente, culpada disso. Quando Constantin perguntou se eu gostaria de subir ao seu apartamento para ouvir uns discos de balalaica, eu sorri para mim mesma. Eu me senti comovida e perfeitamente certa do que eu estava prestes a fazer.

Eu pensava que sentiria o mesmo se eu fosse visitar alguma vez a Europa. Eu chegaria em casa, e se eu olhasse de perto no espelho, eu seria capaz de distinguir pequenos Alpes brancos no fundo de meus olhos. Entrei descuidadamente no quarto e me agachei para tirar meus sapatos.

Eu me estirei e fechei meus olhos. Eu olhei para ele secretamente por debaixo de uma mecha de cabelo. As mangas brancas engomadas de sua camisa, dobradas nos cotovelos, cintilavam estranhamente na penumbra e sua pele bronzeada parecia quase negra.

A mesma coisa aconteceria de novo e de novo: Eu acordei com o som da chuva. Estava um breu. Um olho verde reluziu ao meu lado, na cama. Era dividido em quatro partes como um compasso. Por alguns minutos me inclinei sobre ele, estudando-o. Eu nunca havia adormecido ao lado de um homem antes.

Eu tentei imaginar como seria se Constantin fosse meu marido. Uma vez quando visitei Buddy eu encontrei a Sra. Constantin se sentou, bocejando. Eu tenho que estar no trabalho assim que me levantar. Me fazia me sentir sonolenta e cheia de paz. Uma hora depois eu deitei na minha cama de hotel, ouvindo a chuva.

A cada vez que chovia a antiga perna quebrada parecia reviver, e o que relembrava era uma ferida apagada. Primeiro Sr. Willard dirigiu e logo eu dirigi. Eu estava tentada a dizer ao Sr. Willard de ir adiante, que eu pegaria uma carona para casa. Mas uma olhada no rosto de Sr. Willard me olhou amavelmente.

Willard ia anunciar que a Sra. Willard deve ter pensado que eu chorava por estar muito feliz por ele querer ser um pai para mim. Depois de um tempo eu percebi um barulho artificioso e gotejante. Uma campainha soou. Portas abriram e fecharam ao longe. Eu o cumprimentei. Mas toda a concavidade de Buddy de repente tornou-se convexa.

Os olhos de Buddy encontraram os meus. Eu tinha pensado que Sr. Willard ia passar a noite para me levar de volta no dia seguinte. Eu senti como se o Sr. Willard tivesse me abandonado. Willard nunca havia estado doente por um dia de sua vida.

Eu me sentei na cama de Buddy. Depois me passou uma revista fina e cinza. Eu pulei de imagem em imagem sobre as lanternas de papel e palmeiras verde mar e conchas com vincos, como parte da arquitetura grega. Buddy se sentou ao meu lado. Buddy Willard? Buddy me viu hesitar. Um ano a partir desta primavera, no mais tardar Estou decidida.

O sorriso de Buddy se apagou um pouco. Eu voarei de um lado para o outro entre uma coisa ou outra pelo resto dos meus dias. Eu nunca havia esquiado antes.

Ainda assim, eu pensei que eu poderia aproveitar a vista enquanto eu tinha a chance. Gazing down on the Jungfrau From our chalet for two Buddy parecia satisfeito com meu progresso. Todas aquelas pessoas que desceram do topo sabiam ziguezaguear. Eu fui montanha abaixo. Meus dentes mascaram um bocado de cascalho. A cerca de madeira se apoiava as minhas costas. Verde bile. Estavam promovendo para o outono, e somente Hilda, como de costume, levava um semestre adiante.

Hilda se moveu como um manequim por todo o percurso. Bom, a voz de Hilda soava exatamente como a voz daquele dybbuk. Deveria ser algo que mostrasse o que inspirava poemas.

Infladas nuvens teatrais deslizavam da direita para a esquerda. Eu senti que era muito importante manter a linha da minha boca nivelada. Parecia ferido e inchado e coberto de cores feias. E em um ano Mas eu desisti disso. Elas pareciam ter identidades diferentes e obstinadas em si que se recusavam a ser lavadas e dobradas e guardadas.

Eu usarei isso. Doreen bateu na porta verde com a aldrava dourada. Eu pensei que poderia ser a pessoa que Lenny conhecia. Logo a luz se retraiu em si mesma, como deixando uma gota de orvalho num campo de ouro. Uma marca de dedo se arroxeou visivelmente. Marco olhou para mim.

Eu nunca tinha conhecido um odiador de mulheres antes. Eu nunca tinha experimentado um daiquiri antes. Sua cara, com suas sombras exageradas e planos de luz, parecia alienada, estrangeira e aflita, como a de um refugiado. Eu o olhava. Lama se comprimia por entre meus dedos. Eu comecei a me contorcer e a morder.

Marco me prensava contra a terra. Ele virou-se, procurando o ferimento. Marco se sentou. Eu comecei a chorar. Negrume, como tinta, se espalhou por todo o pano branco. Eu quero ir para casa. Olhe nos assentos traseiros de todos os carros. Eu comecei a andar. Uma brisa forte levantou o meu cabelo.

Eu segurei o trapo de pano que havia trago e o estirei de uma cauda alva. A brisa a tomou, e deixei ir. Eu me perguntei em que rua ou telhado ele iria descansar. Eu olhei para baixo, para minha saia e blusa nova. Um reflexo abatido de mim mesma, com asas brancas, rabo-de-cavalo castanho e todo o resto, reverberou como um fantasma sobre a paisagem.

Uma mulher no banco oposto levantou os olhos por cima de sua revista. Muitas outras pessoas pareciam mais estranhas que eu. Os abacates estavam verdes, para que se conservassem bem, e cada vez que eu levantava ou descia minha mala ou simplesmente quando a carregava, eles eram atirados de um lado para o outro com seu estrondo particular.

Minha mala retumbou e chocou-se enquanto eu atravessava o longo corredor. O estofamento parecia escorregadio e limpo. O carro ronronou, ganhando vida. Agora eu via isso cambalear e se dissolver, e um corpo numa blusa branca e numa saia verde despencava lacuna adentro. Eu tinha esperado por isso. Eu me encolhi de forma furtiva, meu nariz se nivelou com a borda da janela, e assisti as casas externas de Boston deslizarem.

Com as casas tornando-se mais familiares, mais eu continuava me encolhendo. Sol se infiltrava pelas persianas, enchendo o quarto com uma luz sulfurosa. Eu escorreguei para fora da cama, direto para o tapete, e silenciosamente, de gatinhas, me arrastei para ver quem era. Isso ficou claro para mim por conta de nossa vizinha do lado, uma mulher maliciosa chamada Sra. Um sorriso sereno, quase religioso, estava aceso no rosto da mulher.

Eu conhecia bem a mulher. Era Dodo Conway. Ela tinha um desconto do leiteiro local. Ela parecia fazer isso pelo meu bem. Depois de um tempo ouvi o telefone tocar na entrada de casa, no andar de baixo. Eu apertei o travesseiro contra meus ouvidos e me dei cinco minutos. O telefone tinha parado de tocar. Eu levantei o fone. Jody queria saber quando elas podiam esperar por mim. Fale com ela.

Isso acertaria as contas com muitas pessoas. Ela se chamaria Elaine. Eu contei as letras em meus dedos. Eu me reclinei e li o que tinha escrito. Ela somente concordava comigo gentilmente, como uma pessoa inteligente e madura age com outra. Como eu podia competir com esse tipo de coisa? Eu ouvi o crepitar de suas roupas assim que ela se despiu. Ela subiu em sua cama.

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Depois pensei em trancar a faculdade por um ano e aprender artesanato. O quarto tornou-se azul aos meus olhos, e me perguntei onde a noite tinha ido. Elas me mostravam a tela vermelha e crua de seus pequenos vasos, como uma ferida. Teria que pesar mais ou menos uma tonelada para me fazer dormir. Talvez fosse um pub em Dublin. Eu contei as letras.

Havia exatamente cem. Eu pensei que isso podia ser importante. Por que devia ter cem letras? Titubeantemente, eu tentei falar em voz alta. As letras se tornaram farpadas e afiadas como chifres de um carneiro. Eu decidi descartar minha tese. Eu tinha tanta liberdade que passei maior parte do tempo estudando Dylan Thomas.

Era ainda pior. Isso me surpreendeu. Eu vi que eles nem ao menos me deixariam passar pela porta, quanto mais me darem uma farta bolsa de estudo como a que eu tinha em minha faculdade. Eu achei melhor trabalhar por um ano e refletir um pouco as coisas.